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O "Doutor" excessivo

Uma conversa com Roberta Villibor é sempre surpreendente. Ela chegou para uma entrevista no Programa Opinião (MultiTV Maringá) com o combinado de falarmos sobre o problema da falta de leitura do brasileiro, com destaque aos professores do ensino público, já que mais da metade deles não leem. Mas tudo mudou. Villibor chegou e mudou o rumo da conversa dizendo: "quero falar deste negócio de chamar pessoas de doutor sem que eles tenha doutorado". Mudamos e deu certo.
Na conversa com a mestre em Letras e professora de literatura, ela analisou a submissão pela linguagem e como a tradição que expressa educação pode afirmar e reafirmar imposição. Para Roberta, temos que considerar que não é preciso chamar de "doutor" um advogado para expressar respeito e ser respeitado.
E por fim, a conversa foi produtiva e a entrevista de 15 minutos foi de uma sensação de 15 segundos. Aquele sentimento que faltou tempo para falar mais. A parceria com Villibor deve continuar na CBN. Estamos programando a participação dela no Jornal da CBN Maringá 2a Edição. Se tudo der certo, vem mais surpresas por aí.

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