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Formação do Estado Nacional Moderno 2

Na obra política como vocação, Max Weber fala da formação da burocracia do Estado e como ela acaba por ser “tomada” pelo político profissional. Mesmo que ela tenha em seu corpo, antes disso, o político por vocação.

É na transferência da autoridade do monarca para os funcionários públicos e a necessidade de especialistas em governabilidade que se estabelece a figura do político.
Weber fala também dos partidos, a importância da formação destas associações na busca de controle do poder. Aqui vale ressaltar uma questão próxima a atualidade, no Brasil, que é o controle dos cargos públicos pelos partidos. A força da sigla está no número de cargos que o partido domina. Esta condição permite ter força sobre as decisões que são tomadas no poder.

Bom lembrar que Weber analisa a constituição dos Estados Nacionais respeitando a causalidade. Ou seja, há em cada nação uma característica própria de sua formação. Não é possível generalizar a constituição de um Estado.

Neste sentido ele faz críticas a formação dos Estados Unidos da América. Ele chega a falar de amadorismo na condução do poder. Faz uma crítica ao funcionalismo público norte-americano que sofre forte influência da política.

Já, quando fala, por exemplo, a formação da monarquia inglesa, ele expressa outra forma de consideração. Fala da importância dos partidos e do gabinete, fundamental para assumir funções que antes eram da monarquia.

Para ouvir áudio sobre o tema, clique no link abaixo



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