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Reagir e agir


As pessoas sempre se dividiram entre quem se acomodam e os que mudam. Sempre ocorreu uma classificação da espécie nos momentos de crise. Foram neles que melhoramos. Somos o que somos como espécie por causa das mudanças e não das permanências. Nossa busca, especulação e inquietação nos salva.
Há uma solução. Ela pode ser mais difícil para uns do que para outros. Em reportagem de Carina Bernardino, famílias se reúnem para fazer lembranças ou doces para as festas de Final de Ano. Uma oportunidade de responder a crise que se atravessa.

Hoje, segundo dados do GEM – Medidor de Empreendedorismo Global, o Brasil é líder em empreendimentos. Saltamos, nos últimos 10 anos, de 23% para 34,5% da população economicamente ativa com seu próprio negócio. Isto é bom.
Para ouvir comentário sobre o tema, clique aqui.
É preciso entender que crises geram pessoas melhores. Colocamos os momentos de recessão, desemprego e endividamento como algo a ser evitado, e deve. Porém, são eles e neles que despontam pessoas melhores. O aprendizado vem mais pela frustração do que pela acomodação e sucesso. A glória pode fazer o vencedor, mas não faz o jogador.

Quem tem competência não a adquire pela natureza, se tem, deve aperfeiçoá-la. O que a reportagem da CBN traz é como as famílias, as pessoas, se descobrem com uma capacidade de superar momentos difíceis ou procurar respostas. A diferença entre reclamar e agir.

Toda a crise será superada. Não porque ela é um ciclo que vem e vai. Mas porque as pessoas não se acomodam quando ela chega. Ninguém ficará esperando a onda de problemas para dar adeus a vida e a felicidade. Se há quem faça é por fraqueza. Os fortes sobrevivem, e isto é bom. Por isso, os problemas serão superados. Parabéns a quem busca resposta e não cultua problemas.

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