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Mostrando postagens de Abril, 2018

Trabalhar muito e produzir pouco

Produtividade baixa do trabalhador é um empecilho para o futuro. Hoje, um trabalhador brasileiro tem 25% da produtividade do trabalhador norte-americano. Esta condição tende a se agravar no futuro. Em um país que está ficando velho, ter jovens improdutivos é um risco.Segundo levantamento da Conference Board, que ranqueia países por produtividade da força de trabalho, o Brasil ficou na posição 52 entre 68 países. Ruim e caindo. Do PIB brasileiro que avançou nos tempos das “vacas gordas”, apenas um terço dele é consequência da produtividade do trabalhador. Estes dados são do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.
Se formos pensar o desemprego, os jovens, 30% deles estão desempregados. O motivo é simples, desqualificação. Falta de potencial produtivo para que eles sejam a última opção da demissão não existe. Em tempos de crise, os menos qualificados são os primeiros a serem desligados das empresas. Uma mão de obra fácil de ser reposta.
Quando vivemos os bons tempos da economia pou…

Transparência:quem não quer?

A cidadania bem exercida exige informação. Permitir as pessoas conhecerem com quem estão lidando, saber quem é o bom e o mau gestor público. Os sites das transparência devem dar esta condição. Mas não dão. Por que?O vereador Homero Marchese é autor de um projeto aprovado em segunda discussão pela Câmara de Vereadores. Apesar de ter apresentado o projeto em meados do ano passado. A intenção é dar mais transparência ao portal do poder executivo e legislativo municipal. Segundo o vereador, dados mais acessíveis estimulam a população a ter acesso aos portais da transparência dos órgãos públicos. Colabora de forma decisiva para a informação do cidadão. Mais que isso, a participação consciente na vida pública.
Marchese considera que a transparência no portal permite downloads por parte de pesquisadores. Comparar, avaliar e investigar os dados públicos demonstra avanço da democracia. Isto é um fato. Temos a tecnologia ao nosso lado para nos permitir acesso a inúmeros conteúdos, alguns com n…

Parlamento: entre a demagogia e a representação

A política é uma necessidade. Todos fazem política. No estado democrático de direito é a condição ampla de envolvimento da sociedade nas decisões do poder. A representação é uma garantia. Porém, o político se profissionaliza e gera a sensação representativa quando tem como função manter-se no poder.O pai do liberalismo político defendeu arduamente o parlamento. Considerava que o verdadeiro poder é o legislativo. Está mais ligado ao povo, representa diretamente seus interesses. São os parlamentares que vivem em contato constante com seus representados, com os cidadãos. Logo, sabem expressar suas necessidades de forma mais intensa. Porém, Locke alertava para a não remuneração do parlamentar e sua necessidade de após um mandato retornar as fileiras do povo. Também, só deveria ser convocado em tempos de crise.
A principal preocupação do pensador inglês era com a ascensão da demagogia do líder parlamentar, caso ele se perpetuasse no poder. Se ocorresse sua permanência, o legislador defen…

Mercado não se regula

Um dia vamos perceber que a retórica de defesa do miserável é, quase sempre, discurso de quem deseja mantê-la. A miséria sustenta a acessibilidade ao poder dos que tem no paternalismo a forma de se fazer na vida pública. A esquerda latino-americana, carregada de um discurso religioso, busca encobrir com a santificação a falácia da proteção. A injustiça deve permanecer, o injustiçado deve manter-se, assim se mantém a lógica perniciosa do autoritarismo dos falsos “salvadores da pátria” com suas “botinas” sobre o povo miserável.Maringá acumula índices de qualidade de vida e potencial de consumo. O potencial da cidade está na 41ª posição no ranking nacional, segundo a IPC-Maps. Ainda com dados deste instituto, a cidade movimentou no ano passado mais de R$ 13 bilhões. E este ano tem a possibilidade de aumentar este potencial em 10%. Vale lembrar que o consumo em Maringá envolve também moradores de outras cidades. Quem quer segurar este crescimento?
A Câmara de Vereadores de Maringá tem se…

Venceu o populismo e perda de tempo

Há quem se disponha a resolver problemas, também os que se alimentam deles. Na política esta lógica é comum. Sempre haverá os miseráveis e eles são necessários para quem defende suas causas que nunca se resolvem. Se um dia superarmos a miséria, o que será dos que vivem da exploração política dos miseráveis?Em sessão realizada ontem a noite, a Câmara de Vereadores de Maringá, aprovou o projeto que regulamenta a abertura dos supermercados e hipermercados aos domingos. Agora, a autorização para a abertura dependerá da autorização do executivo municipal. Negociação que podem ser feita com os sindicatos que representam os interessados, patrões e empregados.
Uma medida populista sem compromisso com o futuro. A questão é não perder a imagem da bondade com quem passa por apertos imediatos, mas não será salvo ao longo do tempo. Os vereadores aprovaram uma lei que evita a realidade e promove a falsa ideia da garantia temporária de sobrevivência, sem perspectiva de vida longa. Os pequenos merc…

Mensalinho: vícios do poder

A corrupção não é algo isolado. Não se apresenta em um lugar determinado como raridade se não for prática abusiva e propagada. Quando uma pequena cidade apresenta corrupção na administração municipal isto é o sinal de que ela é apenas uma expressão de algo que se dá em uma proporção bem maior.Uma cidade pequena do centro-oeste paranaense, Luiziana, está nas manchetes dos jornais. Ela é algo de investigação da Operação Tália. Foram 19 mandados cumpridos pela Polícia Civil na cidade.
O fato é que funcionários da prefeitura eram obrigados a entregar parte do pagamento para um “caixa 2” usado para financiar a campanha eleitoral do prefeito. Enquanto o mensalão dava subsídios a parlamentares, por exemplo, o mensalinho de Luiziana tirava dos funcionários para bancar a permanência do prefeito. Na miséria de uma cidade sem recursos, o dinheiro tem que ser tirado de quem vive de pouco e necessita do emprego público. Para ouvir comentário sobre o tema, clique aqui. Luiziana é dependente do Fun…

Política necessária

Política é ato cotidiano. Faz parte da vida humana. É da nossa espécie agir, se relacionar e buscar atender interesses. Jovens devem se interessar pela política. Se queremos inovar, mudar, os jovens devem ser parte fundamental de uma atitude política diferente, nova. Jovens resistem à política. Consideram as questões partidárias ou os homens públicos indesejáveis. Há um ambiente de descrédito. Porém, também há a esperança, a busca de renovação. Contudo, neste ambiente, o temor é a novidade. A aparente mudança que só vem na estética e não no conteúdo.
Neste clima, os jovens se esquecem de que se querem mudar, a mudança flerta mais com eles do que com quem já está no “jogo do poder”. A política é necessária. A lógica da força recruta a todos sem perguntar se desejam ou não. Mesmo os que se isentam estão no jogo político. Quanto mais inconsciente se participa deste jogo, a condução alheia é cada vez maior. A isenção tem preço caro, a imposição.
Infelizmente, pela “rasa” maneira de se e…

Supermercados: ameaça ou oportunidade?

Oportunidade, muitas vezes, é resultado de uma crise. Quando se tira a zona de conforto o "chão parece se abrir". Para alguns desespero, para outros reinvenção. Mudanças existem e não pode ser contidas. O que temos que aprender a saber crescer para não morrer com a mudança.Retornar o debate sobre a abertura dos supermercados aos domingos. Uma pesquisa feita pela Data Vox, encomendada pelo setor supermercadista, mostra que a maioria dos maringaenses deseja que os grandes mercados funcionem aos domingos e feriados, 59,3%. Pela pesquisa, 42,2% dos entrevistados tem o hábito de fazer compras nestes dias. O dado mais intrigante é que mesmo católicos que se consideram praticantes, 42,7%, são favoráveis a abertura dos supermercados aos domingos e feriados.
Mas a abertura trará problemas e desafios aos microempresários que atuam nos bairros com seu comércio. Segundo levantamento da Consultoria Júnior da UEM, 86% dos comerciantes são Microempreendedores. Destes, 81% abrem todos os d…

Estado Nacional: entre a nação e o poder

Aqui vai mais um texto voltado a formação do poder do Estado Nação. A longa e curta jornada do Estado Nacional. Hoje em crise, mas fundamental para a formação do mundo contemporâneo. Um texto para refletir. A formação dos Estados Nacionais Modernos foi um processo longo. Iniciado ainda em pleno feudalismo, mas demonstrando a decadência das forças que sustentaram o sistema agrário que perdurou mais de mil anos na Europa. Por isso, não se pode negar a importância da dinâmica comercial que deu origem ao capitalismo na formação do Estado Nacional.
A constituição de um território determinado sob o comando do Estado não foi uma organização padronizada. Em cada constituição do poder em um determinado espaço e sociedade, o Estado Nacional se formou com características próprias. Há semelhanças e não padrões absolutos. Por isso, o estudo do poder em um determinado Estado Nação depende do conhecimento dos elementos que formaram e sustentam o seu poder.
A importância de entende a diferença entre …

Mulher de farda é bom sinal

Muitos atos são uma arma contra os hábitos. Agoran o comando da Polícia Militar do Paraná tem uma mulher. Isto é um avanço. Um ponto a favor em uma sociedade marcada pelo machismo e preconceito contra a mulher. Elas de farda também sofrem dentro de uma corporação tradicionalmente associada ao poder masculino. Agora, ela está no comando.O patriarcalismo que nos formou ainda mostra sua herança. Há no decorre da vida a educação de valorização da figura masculina na liderança, seja na autoridade familiar, na política e mesmo nas empresas. Os números não negam a propensão. Segundo dados do Banco Mundial, analisados pelo Projeto Mulheres Inspiradoras, o Brasil ocupa a 115ª posição entre 138 países, em relação a participação das mulheres no parlamento. Ruanda, na África, tem 63,8% do parlamento nacional composto por mulheres, a Bolívia, na América Latina, tem 53,1%. O Brasil, tem 10%.
As mulheres em cargos de chefia nas empresas é outro percentual em que nosso desempenho ruim, 37%. No topo …

Estatal tem seu mal

Privatização não é ruim, as regras podem ser pervertidas. Mas diante de alguns problemas que atravessamos, privatizar seria uma saída. A Copel retirou o serviço de recebimento da conta de luz pelas lotéricas. Não pretende retomar. Isto é ruim. Mas quem pode cobrar uma solução? A Empresa Estatal mal responde a pergunta do por que fez isso.
A Companhia Paranaense de Energia Elétrica, a Copel, não renovou convênio com a Caixa Econômica Federal e com lotéricas para o pagamento da conta de luz. O que era uma “mão na roda” para uma parte considerável dos paranaenses. A lotérica tem horário diferenciado e tem mais unidades que bancos. Além de agilidade no atendimento que muitas agências bancárias não têm. Mas agora? Para ver comentário sobre o tema, clique aqui. Encerrada a facilidade, a empresa estatal de energia criou outro, um aplicativo para se baixar no seu smartphone e celular a conta de luz para que se possa pagar a fatura on-line, copiando o código de barra. Facilita para alguns, mas …

Sarandi: cidade dividida

Há problemas sem solução. Há aqueles que a solução não é imediatista, por mais que se busque uma saída de afogadilho. Quem deveria ter resolvido, não resolveu. Aí, fica para os que sentem as consequências arrumar um jeito de conviver com um problema eternizado pela omissão.Os polêmicos cruzamentos na BR 376, Avenida Colombo, em Sarandi foi objeto de discussão em audiência pública ontem (11). A prefeitura da cidade quer manter o cruzamento aberto, mas em 2017 ele foi fechado por decisão do Departamento de Estradas e Rodagens com base em estudos da Polícia Rodoviária Federal e Viapar, concessionária que administra o trecho. Reaberto o trecho continua no centro de uma discussão que envolve o Ministério Público.
A prefeitura apresentou na audiência vídeo e depoimentos da comunidade pedindo que os cruzamentos permaneçam abertos. O DER, no sentido contrário, mostra que há estudos falando da necessidade do fechamento. Um dos dados é o número de acidentes nos cruzamentos. Para ver comentário…

Impossível agradar a todos...

Mas há quem tente. Quando se fala de política, a vocação ao populismo e a busca de popularidade é um aspecto do representante público. Temas polêmicos são os que expressam esta busca de conciliar o conflito entre “deus e o diabo”. Impossível.A Lei que busca regulamentar a abertura dos mercados aos domingos e feriados é uma delas. De um lado há a manifestações contrárias a abertura. Argumentando a defesa dos dias de descanso do trabalhador, a perda de um “dia sagrado” aos cristãos católicos e, até mesmo, a perda de clientes pelos mercados dos bairros, atingidos pela concorrência das grandes redes.
Do outro lado, as oportunidades de trabalho que a abertura dos mercados permite. Foram 439 novos postos de trabalho em um período de crise, desemprego. Fora isso, atende a clientes que não podem ir ao mercado durante a semana. Ao mesmo tempo, garante um custo menor dos produtos nos supermercados do que o mesmo produto fosse comprado em um mercado local.
O projeto pode alterar até mesmo o fu…

Paraná não é Maringá

Alimento pela cidade que eu nasci um imenso carinho. Maringá é uma cidade que se fez e se faz. Há realmente um espírito associativo. Ele é ligado ao meio privado, empresarial. Isto é fato. Mas tem um estímulo de organização e representação eficiente. O que faz de Maringá uma cidade diferente. E ela é. Em diversos índices a cidade está entre as melhores do país. Potencial de consumo, o qual é retratado pelo Anuário a Grande Região de Maringá, divulgado a cada dois anos pelo Grupo Maringá de Comunicação. Ele comprova isso. Os dados são levantados pelo IPC Maps. Lembrando que o Produto Interno Bruto da cidade cresce mesmo quando o país não.
O Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá, o Codem, tem investido no planejamento em longo prazo. Agora, o Masterplan aponta para um crescimento até 2047, quando a cidade irá fazer 100 anos. Até agora, o planejamento teve um investimento de R$ 1,5 milhão. E vale a pena. Há muito mais por vir. E ele não tem custo para o poder municipal. O qua…

Cartão e a navalha

No mundo onde o consumo é uma associação a dignidade, a busca de consumir ultrapassa a racionalidade. Os ambientes atraentes de consumo leva parte considerável das pessoas a agir pelo impulso, instinto, sem racionalidade. As consequências acabam sendo desastrosas. 
A busca do consumo é mais intensa que as consequências. Em tempos de crise, reduzir os gastos é uma tarefa árdua para quem se vê cercado de seduções. O desejo de ter o bem pode não vir acompanhado da denúncia do que isso representa para o bolso. Não podemos esquecer que o endividamento dos brasileiros com o cartão de crédito é uma realidade. Este é o meio que mais ocasiona pendências financeiras. Para ver comentário sobre o tema, clique aqui. Uma pesquisa divulgada pelo SPC Brasil mostra que mais de um terço dos brasileiros gastaram em fevereiro usando o cartão de crédito. Porém, um em cada cinco acabou entrando no rotativo da dívida. O que significa empurrar a dívida com a barriga a espera de melhores dias. Diria que aposta…

Oportunismo antidemocrático

Liberdade, um patrimônio. Não foi fácil chegar aqui. Ela nos permite conquistar a transparência. Ser livre é sustentar a liberdade do outro na proporção em que exercitamos a nossa. A possibilidade de estarmos assistindo um ex-presidente envolvido em corrupção ser preso é resultado de uma república democrática. Outros precisam ter o mesmo destino.Estamos vivendo um momento delicado. A prisão do ex-presidente Lula foi decretada. As manifestações favoráveis ao petista se iniciaram nesta manhã. Até aqui, nada de extraordinário. Porém, há a tensão de transformar o ato em ponto de discórdia. O problema é quanto isso pode custar. A democracia é mais que isso.

É lamentável ter um ex-presidente indo para a cadeia. Não há o que comemorar. Mas o ato é necessário. Porém, lamentável. O fato deve ter a mensagem de que a lei está acima de todos. Por mais que, vale ressaltar, a execução do mandato de prisão foi rápida. Coisa que raramente, ou quase nunca, ou nunca, se vê na condenação e prisão da gr…

STF pode fazer justiça e ser inconstitucional

Não se pode ser ingênuo. O país vive uma legislação apartada da população. Para quem a lei vale? Não para todos. E se vale, as brechas na lei somente para alguns. A defesa dos réus permite a liberdade de quem pode recorrer. O julgamento do ex-presidente Lula não é um caso isolado, tem que ser entendido na histórica desigualdade de tratamento pelo poder em relação ao cidadão. A Constituição Federal, humana, permite desumanidades. No país teve inúmeras manifestações contra o ex-presidente Lula, na defesa da prisão em segunda instância e em defesa da Lava-Jato. O país clama por justiça. Mas o que é justo? Quando se pensa na corrupção dos homens públicos e os que deveriam ser presos a injustiça é maior. Para ouvir comentário sobre o tema, clique aqui. O dinheiro desviado por corrupção tira dos cofres públicos recursos vitais para salvar da miséria e da marginalidade muitos. Destes, os que acabam se transformando em bandidos e são presos sem dinheiro para recorrer a todas as instâncias. Q…

O que fazer com o passivo social?

Temos um imenso passivo social no país. Ele cresce constantemente e exponencialmente. Difícil saber quantos vão fazer parte da miséria amanhã. Porém, há a certeza que não serão poucos. Estamos comprometendo o futuro. Em muito pelo amor ao imediato. Como ter garantias? Elas não existem. São construídas no presente, não vem com o tempo.A Secretaria de Assistência Social e Cidadania irá se reunir, na próxima sexta-feira, com o Comitê Intersetorial da Política Municipal para a População em Situação de Rua Cláudio Lopes. Junto com o Ministério Público se quer enfrentar a questão dos moradores de rua, das pessoas me condição de marginalização e que vivem nos “porões” da cidade. Elas incomodam quando emergem. Tiram, como os índios pedindo dinheiro e vendendo artesanato nos sinaleiros, a harmonia do ambiente ideal, seguro, que buscamos em nossa vida condominial.
A grande questão é: “Devemos ajudá-los a superar a miséria ou retirá-los diante de nossos olhos?”. Para os mais humanos a primeira;…

Conservadorismo não é nazismo

Vivo em defesa do bom liberalismo e dos bons conservadores. Me incomoda profundamente um país que confunde conservadores com extremismo e neonazismo. Esta defesa do extermínio, da perda de liberdade, da violência que combate a violência. Nada disso tem relação com a conservação das instituições, das leis e da liberdade. Há uma confusão entre a preservação das instituições e o radicalismo que prega o extermínio da oposição ou de tudo o que se opõe. Na limitação de compreender a dinâmica do poder e que fundamenta nossas mazelas, há os radicais que consideram a destruição a melhor saída. Não é! A ousadia é mudar dentro do que se tem de mais precioso, a democracia.
Incrível perceber que radicais desejam o retorno da ditadura. Ao mesmo tempo há os que defendam a eliminação dos políticos de esquerda e, outros, até da própria esquerda. A implantação de um governo autoritário é típica da pobreza submissa do latino-americano. Faz parte das raízes de um continente governado por caudilhos, noss…